terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A Longa Estrada - Capítulo 9

Thomas guarda no bolso da frente de sua mochila, e com um ultimo sorriso se despede de seus amigos.
Seguindo pela calçada ele atravessa o centro da cidade, repara que novos estabelecimentos foram construídos, é a cidade havia crescido bastante, já imaginando uma possível longa estadia; será que Thomas acreditava que não haveria mudanças em sua cidade natal após tanto anos ?
Levou apenas alguns minutos para que Thomas chegasse a frente do condomínio residencial “ QUEEN ISLAND”, situado numa área de classe media alta, nesse condomínio residem pessoas famosas e formadoras de opinião da cidade de Maryland, como prefeitos, músicos e artistas em geral. Thomas havia passado sua infância no mesmo lugar, a rua B do condomínio, seu principal vizinho de rua era a família Gerrard, uma das famílias fundadoras da cidade; e como se deu a Thomas e seu status ? seu pai Sr. D’Angelo ainda era apenas Paul um estudante universitário do curso de direito na universidade de Maryland, quando conquistou seu primeiro grande caso; ele defendeu um jardineiro acusado de estuprar e matar a filha de 8 anos filha mais nova do juiz na época Sr. Brody; com o ímpeto de defender uma pessoa e que tinha sua condenação dada como certa, para muitos poderia ser uma intenção somente de conseguir experiência, na carreira de advogado, mas Paul acreditava e conseguiu provar q o jardineiro não tinha a culpa no qual a cidade inteira acreditava; e em seguida coma uma jogada de mestre provou que o culpado era o mesmo “ serial killer” que assombrava as cidades vizinhas na época e que por um mero acaso teria passado um única e suficiente noite esteve em Maryland City, por conseqüência de tal fato Paul ganhou notoriedade, era um talento natural e se formou a maior serie de casos ganhos na suprema corte de Maryland; com isso conquistou muito dinheiro e presentes de seus ‘ afilhados’
Thomas entra pela cozinha, as luzes estão todas apagadas, era fim de tarde e com isso já era difícil de se ver alguma coisa com nitidez, uma pequena louça estava suja sobre a pia, ele se dirige ate a sala e com a lareira acesa ele percebe um silhueta sentada no sofá, Thomas se aproxima e percebe uma garrafa de wisk já em sua metade e um copo sem gelo ainda cheio.

Thomas: - eu so vim pegar algumas coisas
Paul : - tudo bem...eu já separei algumas coisas, você não precisa me tratar feito um estranho
Thomas :...ok...o senhor esta legal ?
Paul : - eu bebi um pouco, mas vou ficar legal
Thomas: - o senhor quer subir ?
Paul : - daqui a pouco eu vou...pode deixar...sua mãe deixou um memo eu deixei no seu quarto....e tom...é bom ter você aqui
Thomas: - eu to cansado, verei assim q possível...

Thomas sobe em direção ao seu quarto.